É uma desgraça. Mas se estavam a achar que eu não tinha sobrevivido ao enfardanço do Natal podem tirar o cavalinho da chuva. Até ver, estou de boa saúde! E para encerrar o capítulo das festas Natalícias posso dizer que o Pai-Natal foi generoso e me trouxe uns trapinhos da moda que eu adorei pra lá de muito. Não se pode pedir muito mais, não é mesmo?
Mas este foi o Natal dos tamanhos trocados, não atinei nem com os do namorado nem com os da mãe e o pior é que na hora de trocar já não havia nada de nada. No dia 26 de manhã, para não deixar que a fúria dos saldos levasse consigo todas as chances de fazer boas trocas, fui à Zara. Assim que pus um pé lá dentro maldisse a minha vida e tive vontade de sair no minuto seguinte. Eram pilhas de roupa no chão, no teto e por todo o lado. Também a havia descosida ou rasgada ( pobrezinha!). De tudo o que eu fui à procura nem rasto. E as pessoas estavam completamente enlouquecidas, pegavam em 465 peças de cada vez e depois, afinal, já não era bem aquilo que queriam. Filas intermináveis, horas para pagar e eu jurei que tão cedo não havia de lá voltar. A promessa mantém-se firme!
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